Blog de Curiosidades

Impressões a laser

A maior parte das grandes empresas preferem utilizar impressoras a laser.

Elas são ideais quando a demanda por impressão é levada, ou seja, precisamos de velocidade, quantidade e qualidade.

De modo diferente dos métodos de impressão já apresentados, que imprimem uma linha de cada vez, a impressão a laser uma página de uma vez só! A página que vai ser impressa é tratada como uma coisa só que será processada pela impressora. Deste modo, as impressoras laser precisam de memória RAM para funcionar, pois nesta memória será armazenada a informação que será impressa em cada página.

É interessante notar que, dependendo da quantidade de memória RAM que uma impressora laser possuir, pode ser impossível imprimir páginas com muita informação, como gráficos, etc. Assim, se possível, na hora da compra verifique se a sua impressora laser permite expansão de memória.Além disso, pergunte se a expansão é fácil de encontrar e também eplo seu preço.

A página impressa por uma impressora laser é formada através de uma série de pequenos pontos, por isso a qualidade de sua impressão é medida em dpi (ou, ppp-pontos por polegada). Quando a impressora laser recebe a informação que será impressa, ela a divide em uma série de pequenas faixas de pontos. Aí o processo de impressão, conhecido como deposição eletro-fotográfica começa. Ele consiste das seguintes fases:

a) Carregamento Eletrostático (Condicionamento) -Dentro da impressora a laser o cilindro fotocondutor, que é capaz de armazenara cargas estáticas se não for exposto à luz, gira e passa sobre um fio conhecido como “fio corona primário”. Este fio corona deposita uma carga negativa uniforme no cilindro fotocondutor. Assim que este processo estiver terminado, o cilindro fotocondutor está pronto para receber a imagem. Algumas impressoras definem este processo como “aquecimento”.

b) Escrita da Imagem (Exposição) -O cilindro fotocondutor é sensível à luz. Então se um laser “desenha” na superfície cilíndrica rotativa uma “imagem”, o cilindro vai perder carga negativa naqueles pontos que foram sensibilizados. Mais tarde estes pontos vão absorver o toner. Como o cilindro fotocondutor é sensível à luz, recomenda-se embalá-lo em um saco negro se este for mandado para revisão ou conserto.

c) Impressão (ou Revelação) -Como o cilindro fotocondutor sensibilizado está na hora de ele receber o toner. O Toner é constituído de minúsculas partículas de um pó negro (tóxico!) que será usado na impressão propriamente dita. Colado ao cilindro fotocondutor existe um cilindro de cargas que contém minúsculas partículas de toner. As partes do cilindro fotocondutor que foram sensibilizadas pelo laser receberão as partículas de toner que ficarão “grudadas” a este.

d) Transferência -Agora que o cilindro fotocondutor já está cheio de toner, ele precisa transferir este toner para a folha de papel a ser impressa. Agora entre em ação um segundo fio corona, chamado de “fio corona secundário”. Este fio é responsável por carregar eletricamente o papel. Assim, o papel terá poder de atração suficiente para descolar as partículas de toner do cilindro fotocondutor. Finalmente um eliminador de eletricidade estática remove a mesma do papel.

e) Fusão -Esta é a última parte do processo de impressão. Na fusão as partículas de toner são aquecidas e pressionadas de encontro ao papel de modo que a impressão fique permanente. É por isso que o papel sai “quente” de uma impressora a laser!

f) Limpeza -Na fase de limpeza a impressão já terminou, mas ainda é necessária uma limpeza do cilindro fotocondutor, para que o processo todo possa se repetir com uma outra página. Esta limpeza é feita com a ajuda de uma lâmpada fluorescente e com uma pequena lâmina de borracha que conseguem remover todo o toner e cargas eletrostáticas presentes no cilindro fotocondutor.

Numa impressão a laser monocromática este processo de seis fases é repetido para cada uma das páginas impressas. Já numa impressora laser a cores, usam-se quatro toners (nas cores preta, ciano, magenta e amarelo) e os seis passos se repetem para cada um dos toners.

A ilustração abaixo exemplifica o processo de impressão a laser:

Outros tipos de impressão

Outros tipos de impressão

As impressoras a laser gastam muito mais energia que as suas “companheiras” jato de tinta e matriciais. Por isso recomenda-se o uso de um estabilizador de, pelo menos, 1 KVA dedicado a cada impressora a laser. Apesar do gasto de energia, as impressoras laser tem menor custo por página impressa que as impressoras a jato de tinta ou matriciais. Apesar dos cartuchos de toner custarem muito, eles duram até dez vezes mais que os cartuchos a jato de tinta, por exemplo.

Existem vários outros tipos de impressão, como por exemplo, por jato de cera, impressão por margarida, dye-sublimation, etc. Na verdade estes tipos de impressora são mais usados em tarefas específicas. As impressoras a jato de cera são muito parecidas com as impressoras a jato de tinta. Só que ao invés de tinta, são jogadas pequenas gotas de cera líquida em direção ao papel. No caso das impressoras a jato de cera, as cores costumam ser mais brilhantes. Além disso, funcionam melhor quando queremos transferir desenhos ou similares para camisetas, etc. Impressoras de margarida só imprimem texto e podem ser consideradas máquinas de escrever mais rápidas.

Acho que estes artigos foram suficientes para que vocês tenham uma boa idéia dos processos de impressão que existem atualmente no mercado. Além disso, sabendo dos detalhes de como a impressão é realizada, fica mais fácil tentar resolver um problema na impressora sem recorrer a um técnico especializado. Mas problemas de impressora são assuntos para uma outra coluna. Espero que vocês tenham gostado da série. Até a próxima!

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O que é Gráfica Rápida/Digital e Gráfica Offset

Há muita confusão quando falamos de gráfica rápida e gráfica de impressão offset, por isso prefiro chamar de GRÁFICA DIGITAL , sendo que seu diferencial em relação a uma GRÁFICA OFFSET (ou convencional) está no tipo de equipamento de impressão utilizado, além do prazo mais rápido.

Uma gráfica rápida ou digital tem equipamentos muito diferentes, como o nome já diz gráfica digital, ela utiliza equipamentos digitais para execução dos trabalhos. Pense no processo de impressão que temos em nossos escritórios ou residências… O processo digital é igual, só que a impressora é bem maior. Ao lado temos um exemplo de equipamento digital da marca Docutech.

Impressoras digitais podem utilizar diversos processos de impressão: a laser, a jato de tinta, a cera, sendo que dentre estes o mais utilizado é o a laser devido à velocidade ser maior e o custo de impressão menor, com ótima qualidade. A característica comum destas impressoras é a saída de impressão direto do arquivo fornecido, a partir do arquivo aberto no computador se dá a saída direta para a impressão.

Isso facilita no prazo de produção, porém é bom apenas para pequenas quantidades, principalmente em termos de impressos coloridos, porque para quantidade acima de 200 ou 250 folhas coloridas se  tem um preço melhor na impressão offset.

A impressão offset é feita em máquinas bem maiores, que podem trabalhar imprimindo apenas uma cor, duas cores, sendo que as gráficas melhores (e maiores) trabalham com máquinas que imprimem simultameamente de 4 a 7 cores. Ao lado você confere uma impressora offset Heidelberg 4 cores.

As etapas que compõem os processos de impressão é que fazem a grande diferença no prazo de entrega, a saber, no processo Digital as etapas são: CD ou arquivo direto para impressão. Já na  impressão offset temos: CD ou arquivo, fotolito (ou CTP) chapa e ai vai para a impressora. Percebemos como o esse processo offset é maior, o que o torna mais demorado, por isso que o processo digital é mais rápido e tem menor custo na pequena tiragem.

Obs: CTP  é um processo que só elimina o fotolito, o restante do processo continua o mesmo, sendo que algumas pessoas confundem achando que CTP é um processo de impressão. Mas falarei de CTP numa postagem futura.

Outra diferença importante é a relação preço-quantidade. Na impressão digital não existe quantidade mínima, é possível fazer uma única unidade a preço baixo (deixando de lado a depreciação e custo da máquina), sendo que o preço unitário é o mesmo para 1 ou 1.000 impressões. Já no processo offset existem os custos fixos (fotolito, chapa, preparo de máquina) que não variam com a quantidade de impressões (ou seja, para 1 ou 50.000 esse custo é o mesmo), o que significa que quanto maior o número de impressões iguais, menor o custo unitário da impressão.

Offset ainda é a melhor solução em termos de menor custo para grandes tiragens do mesmo impresso, sendo que hoje em dia, com a evolução dos equipamentos offset, já se considera 200 folhas A-3 um bom custo beneficio.

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Encadernação Brochura

[editar]Encadernação Canoa

Encadernação Canoa

A Encadernação Canoa ou Dobra é a encadernação usada em revistas e panfletos na qual os cadernos são grampeados.

[editar]Encadernação Wire-o

Encadernação Wire-O

O sistema de Encadernação Wire-o é uma evolução do processo de encadernação em espiral, que utiliza o suporte feito em aço, que normalmente é realizado em formas de quadrado ou retângulo[7], muito utilização para elaboração de agendas, calendários, apostilas e cadernos escolares.

A Encadernação Wire-o, torna o processo mais consistente e rígido, permitindo um acabamento mais sofisticado e detalhado do material. Permite também a utilização de várias gramaturas de papéis e outros tipos de materiais, como PVC, laminas plásticas entre outros.

Encadernação em Wire-o é uma ótima opção para artistas e designers, que podem ilustrar suas obras e imagens na capa, ou na produção de catálogos e portfólios, que utilizam este método de encadernação.

Este método de encadernação também é muito utilizado em calendários de mesa, geralmente distribuídos por empresas de forma de brindes.

[editar]Encadernação Espiral

Encadernação espiral

O método de Encadernação com Espiral é muito utilizado para encadernação com qualquer quantidade de páginas, por exemplo: cadernos escolares, apostilas de cursos, trabalhos universitários, monografias e TCCs.

Neste modo de encadernação é as folhas são furadas através de uma máquina, os furos são redondos.[7] Normalmente é colocado uma capa de plástico transparente na frente e uma capa plástica de cor opaca. No mercado existe espiral plástico de várias cores e metálico, esse mais difícil de ser comprado.

[editar]Encadernação artesanal

Encadernação artesanal

Encadernação artesanal é o ato de encadernar livros manualmente, sem uso de máquinas especiais. As ferramentas necessárias são encontradas em qualquer papelaria.

O processo depende do trabalho e esforço físico de uma pessoa, sem a ajuda de uma máquina de encadernar.

Existem muitos estilos para realizar a encadernação manual, apesar de ser um processo simples o trabalho de encadernação depende de uma capacitação e habilidade do individuo.

Durante a montagem de uma pequena encadernação, o individuo pode utilizar de grampos, espirais plásticas ou garras plásticas.

[editar]Termoencadernação

Termoencadernação refere-se aos processos de encadernação que utilizam algum tipo de cola activada termicamente, sem necessidade de perfurar os materiais a encadernar.

Na sua variante mais simples, são utilizadas capas com uma tira de um material colante que é activada recorrendo a equipamentos próprios que aquecem a cola, selando assim os conteúdos a encadernar.

[editar]Encadernação industrial

Os métodos industriais são aqueles utilizados pela indústria gráfica, principalmente editoras, para produzir exemplares em grandes quantidades. No entanto, as gráficas rápidas vêm incorporando gradativamente várias tecnologias que antigamente ficavam restritas a grandes tiragens e disponibilizando-as a um custo acessível. Existem, também, nas formas de orçamentos que as gráficas trabalham, um Briefing de informações que contribuem para o projeto. Ex: peça, formato, número de cores, papel quantidade e acabemento. este último, traduz todo o processo de encadernação (dobras, gramposlombadas, faca de corte especial, verniz, relevo, bolso, etc).

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